O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) aprovou, por unanimidade, as contas de 2024 da gestão do ex-prefeito de Santo André e deputado federal eleito Paulo Serra (PSDB).
Com a decisão, o ex-prefeito alcança uma marca expressiva: 100% das contas aprovadas pelo Tribunal de Contas nos oito anos em que esteve à frente da Prefeitura, entre 2017 e 2024.
O resultado reforça o reconhecimento da responsabilidade fiscal e do choque de gestão implementado a partir de 2017, quando Santo André enfrentava uma grave crise financeira.
Ao longo dos oito anos, a administração reduziu em mais de 80% o estoque de dívidas, recuperou a credibilidade financeira do município e retomou sua capacidade de investimento.
Essa transformação permitiu a realização do maior pacote de obras da história de Santo André, com mais de R$ 1,5 bilhão em investimentos, além do QualiSaúde, o maior programa de modernização da rede municipal de saúde, e de avanços significativos na qualidade de vida da população.
“Recebo essa aprovação com muito orgulho e com a consciência tranquila de quem sempre tratou o dinheiro público com seriedade e respeito. Quando assumimos, encontramos uma cidade praticamente quebrada. Tivemos coragem de enfrentar privilégios, combater desperdícios e colocar a casa em ordem. Oito anos depois, temos todas as contas aprovadas, uma cidade recuperada e um legado de entregas que transformaram a vida das pessoas”, destacou Paulo Serra.
Para o ex-prefeito, a decisão do Tribunal de Contas confirma, do ponto de vista técnico, os resultados que já haviam sido reconhecidos pela população, que atribuiu à gestão aprovação superior a 80% em seu último ano.
“Oito anos de gestão, oito contas aprovadas. Não é apenas um número, é a confirmação de que é possível fazer política com responsabilidade, eficiência e resultados. Mais do que equilibrar as contas, conseguimos transformar responsabilidade fiscal em obras, saúde, serviços e qualidade de vida. Esse é o nosso maior orgulho: ter recuperado as finanças para cuidar melhor das pessoas”, concluiu Paulo Serra.






