Os estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental da rede municipal de Diadema estão lendo melhor.
É o que mostram os dados da avaliação Fluência Leitora, ferramenta diagnóstica aplicada nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Em 2025, 36,5% dos estudantes eram considerados leitores fluentes ou iniciantes, as duas melhores faixas da avaliação.
Em 2026, esse percentual subiu para 44,9%.
Com isso, o Índice de Fluência Leitora (IFL) do município saltou de 4,2 no ano passado para 4,6 em 2026, o que representa um avanço significativo.
“O indicador mostra que estamos no caminho certo e que os esforços no sentido de alfabetizar as crianças na idade certa estão dando resultados. Além das formações periódicas com os educadores, promovemos um acompanhamento constante do trabalho dos coordenadores pedagógicos, equipes de formação e professores, HTPCs, formações com conteúdo do programa Alfabetiza Juntos e muito incentivo à leitura nas salas de aula”, explica Felipe Sigollo, secretário de Educação.
O Índice de Fluência Leitora foi desenvolvido para quantificar, em uma escala de 0 a 10, o nível de fluência leitora dos estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental, contribuindo para a gestão de políticas públicas para a alfabetização na idade certa.
Desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC) no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, a avaliação mede a capacidade do aluno de ler em voz alta com velocidade, precisão (exatidão) e prosódia (entonação/ritmo) adequados. Ela envolve a gravação da leitura de palavras e textos para identificar o nível de proficiência, diagnosticar dificuldades de alfabetização e planejar intervenções pedagógicas.
Os resultados ajudam a avaliar o que deu certo, o que funcionou ou não, e promover eventuais ajustes, além de detectar quais crianças precisam participar de agrupamentos, programas de recomposição de aprendizagens ou educação integral, como o Mais Educação ou o Programa de Intervenção Pontual de Aprendizagem (PIPA).







