segunda-feira, 16 de março

Especialista da FSA alerta: Sarampo volta a preocupar e reforça importância da vacinação

O sarampo, doença viral altamente contagiosa que havia sido amplamente controlada em diversos países, voltou a preocupar autoridades de saúde em diferentes regiões do mundo.

A redução nas taxas de vacinação e a circulação internacional de pessoas são apontadas como fatores que podem favorecer o reaparecimento de surtos da doença.

De acordo com a Profa. Dra. Mariana Cristina Cabral Silva, professora e coordenadora do curso de Biomedicina do Centro Universitário Fundação Santo André, o sarampo continua sendo uma doença que exige vigilância epidemiológica e conscientização da população.

“O sarampo é uma infecção viral extremamente contagiosa. A transmissão ocorre principalmente por via respiratória, por meio de gotículas liberadas ao tossir, espirrar ou falar. Por isso, quando a cobertura vacinal diminui, o risco de novos casos aumenta significativamente”, explica a professora.

O que é o sarampo?

O sarampo é causado por um vírus da família Paramyxoviridae e pode provocar sintomas como:

  • febre alta;
  • manchas vermelhas pelo corpo;
  • tosse e coriza;
  • irritação nos olhos (conjuntivite);
  • mal-estar geral.

Embora muitas pessoas se recuperem sem complicações, a doença pode evoluir para quadros graves, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com sistema imunológico comprometido.

A importância da vacinação

Segundo especialistas, a vacinação continua sendo a forma mais eficaz de prevenir o sarampo. A vacina tríplice viral — que protege contra sarampo, caxumba e rubéola — é amplamente utilizada nos programas de imunização.

“A vacinação é uma das estratégias mais importantes da saúde pública. Quando grande parte da população está imunizada, cria-se um efeito de proteção coletiva, reduzindo a circulação do vírus e protegendo também pessoas mais vulneráveis”, destaca a Profa. Mariana.

Ciência e vigilância em saúde

A professora também ressalta o papel da ciência e dos profissionais da área biomédica no monitoramento e controle de doenças infecciosas.

Entre as atividades desenvolvidas por biomédicos estão:

  • identificação de agentes infecciosos em análises laboratoriais;
  • apoio a estudos epidemiológicos;
  • pesquisa científica sobre vírus e doenças infecciosas;
  • contribuição para estratégias de diagnóstico e prevenção.

“A pesquisa científica e a vigilância epidemiológica são essenciais para compreender como as doenças circulam e para orientar políticas de saúde pública mais eficazes”, afirma.

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Informação como ferramenta de prevenção

Para especialistas, combater a desinformação e ampliar o acesso à informação científica são medidas fundamentais para prevenir surtos de doenças infecciosas.

No Centro Universitário Fundação Santo André, temas relacionados à saúde pública, virologia e diagnóstico laboratorial fazem parte da formação dos estudantes de Biomedicina, preparando profissionais para atuar em diferentes áreas da saúde.

“Investir em ciência, educação e vacinação é essencial para proteger a população e evitar o retorno de doenças que já estavam sob controle”, conclui a professora.

Informações institucionais

O Centro Universitário Fundação Santo André, Fundação Pública Municipal, tem mais de 70 anos, 100.000 alunos formados e conta com mais de 100 laboratórios, tem NOTA MÁXIMA 5 institucional junto ao MEC e conta com cursos na área de Direito, Negócios, Engenharia, Arquitetura, Química, Ciência da Computação, Ciência de Dados e IA, TI, Psicologia, Biomedicina dentre outros.

A Fundação Santo André conta com diversos programas de bolsa de estudos com o intuito de democratizar o ensino superior do País.

Mais informações: https://www.fsa.br/vestibular

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