domingo, 11 de outubro

Diploma ainda importa? Saiba o que as empresas procuram nos novos talentos

Nos últimos anos, o crescimento das startups, da Inteligência Artificial e da transformação digital trouxe uma pergunta cada vez mais frequente entre estudantes e profissionais de Tecnologia da Informação: o diploma universitário ainda faz diferença ou apenas as habilidades práticas são suficientes para conquistar uma vaga?

Para o Prof. Me. Flávio Flauzino, docente dos cursos de Tecnologia do Centro Universitário Fundação Santo André (FSA), a resposta é clara: o mercado procura um profissional completo, que reúna formação acadêmica sólida, experiência prática, certificações e capacidade de aprendizagem contínua.

“O diploma continua sendo extremamente importante, mas ele, sozinho, já não basta. As empresas procuram profissionais que saibam aplicar o conhecimento na prática, resolver problemas, trabalhar em equipe e acompanhar a rápida evolução tecnológica. A combinação entre graduação, certificações e projetos práticos é o grande diferencial.”

O novo perfil do profissional de tecnologia

A expansão da Inteligência Artificial, da computação em nuvem, da cibersegurança e da análise de dados aumentou significativamente a demanda por profissionais qualificados.

Segundo Flávio Flauzino, as empresas passaram a avaliar um conjunto muito mais amplo de competências.
Hoje, os recrutadores valorizam profissionais que demonstrem:

* domínio técnico;
* capacidade de aprender continuamente;
* raciocínio lógico;
* resolução de problemas;
* trabalho colaborativo;
* comunicação;
* criatividade;
* ética no uso da tecnologia;
* adaptabilidade às mudanças.

“A tecnologia muda muito rapidamente. Mais importante do que dominar uma única linguagem de programação é desenvolver a capacidade de aprender novas tecnologias durante toda a carreira.”

Certificações internacionais fazem diferença

Além da graduação, cresce a valorização de certificações emitidas por grandes empresas de tecnologia.

Pensando nisso, o Centro Universitário Fundação Santo André investe continuamente em parcerias estratégicas que aproximam seus estudantes das tecnologias utilizadas pelo mercado.

Entre elas destacam-se a participação da FSA na Huawei ICT Academy, programa internacional de capacitação em redes, computação em nuvem, Inteligência Artificial, Internet das Coisas (IoT) e infraestrutura de TIC, além da Red Hat Academy, referência mundial na formação em sistemas Linux, computação em nuvem, automação e desenvolvimento de soluções open source.

Essas iniciativas permitem que os estudantes tenham acesso a:

* conteúdos alinhados aos padrões internacionais;
* laboratórios virtuais;
* plataformas de aprendizagem;
* certificações reconhecidas mundialmente;
* desafios tecnológicos;
* experiências práticas próximas da realidade das empresas.

“As certificações complementam a graduação e demonstram ao mercado que o estudante domina tecnologias específicas amplamente utilizadas pelas organizações. Elas aumentam a competitividade e ampliam as oportunidades de carreira.”

A prática continua sendo indispensável

Segundo o professor, outro aspecto muito observado pelas empresas é a experiência prática desenvolvida ainda durante a graduação.

Projetos integradores, hackathons, desenvolvimento de aplicativos, participação em pesquisas, iniciação científica, estágios e portfólios pessoais têm grande peso nos processos seletivos.

“Quem consegue apresentar projetos desenvolvidos durante a graduação demonstra iniciativa, criatividade e capacidade de aplicar o conhecimento. Isso costuma chamar muito a atenção dos recrutadores.”

Inteligência Artificial transforma o mercado — mas não substitui profissionais

O avanço da Inteligência Artificial também alterou o perfil das vagas em tecnologia.

Hoje, além de programar, muitos profissionais precisam saber utilizar ferramentas inteligentes para aumentar a produtividade e desenvolver soluções inovadoras.

Na Fundação Santo André, a IA já faz parte da formação dos estudantes, sendo utilizada como ferramenta de apoio ao ensino, ao desenvolvimento de projetos e à resolução de problemas complexos.

“A Inteligência Artificial não elimina a necessidade de profissionais qualificados. Pelo contrário: ela aumenta a demanda por pessoas capazes de interpretar resultados, validar informações, criar soluções e inovar. Quem souber trabalhar em parceria com essas tecnologias terá ainda mais oportunidades.”

Universidade e mercado cada vez mais próximos

Os cursos de Tecnologia da Fundação Santo André foram estruturados para aproximar os estudantes da realidade das empresas.

Além das certificações internacionais, os alunos contam com:

* metodologias ativas de aprendizagem;
* laboratórios modernos;
* desenvolvimento de projetos reais;
* integração com empresas;
* professores com experiência de mercado;
* atividades voltadas ao empreendedorismo e à inovação.

Formação para um mercado em constante transformação

Para Flávio Flauzino, o sucesso profissional depende da capacidade de aprender continuamente.

“O diploma continua abrindo portas, mas é o conjunto da formação que faz a diferença. Graduação de qualidade, certificações internacionais, experiência prática, domínio da Inteligência Artificial e atualização constante formam o profissional que as empresas de tecnologia e startups procuram. É exatamente essa combinação que buscamos oferecer aos nossos estudantes, preparando-os para um mercado cada vez mais global, inovador e competitivo.”

Informações institucionais

O Centro Universitário Fundação Santo André, Fundação Pública Municipal, tem mais de 70 anos, 100.000 alunos formados e conta com mais de 100 laboratórios, tem NOTA MÁXIMA 5 institucional junto ao MEC e conta com cursos na área de Direito, Negócios, Engenharia, Arquitetura, Química, Ciência da Computação, Ciência de Dados e IA, TI, Psicologia, Biomedicina dentre outros.

A Fundação Santo André conta com diversos programas de bolsa de estudos com o intuito de democratizar o ensino superior do País.

Mais informações: https://www.fsa.br/vestibular

Sugestão de Posts

Posts relacionados