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O clima em Rio Grande da Serra é marcado pela influência direta da Serra do Mar e por vastas áreas de mata e mananciais. Resultado: umidade alta, chuva bem distribuída com picos no verão e temperaturas amenas no inverno, sem extremos prolongados. O relevo acidentado cria microclimas de encosta e de fundo de vale. A proximidade do litoral facilita a entrada de ar úmido e favorece a névoa em madrugadas específicas. A seguir, um retrato completo para quem mora, trabalha, estuda ou pretende visitar a cidade.
O padrão é subtropical úmido. Verão quente e chuvoso, com pancadas de fim de tarde. Outono de transição, com queda gradual de temperatura. Inverno ameno e relativamente mais seco, mas com frentes frias que derrubam os termômetros por curtos períodos. Primavera com aquecimento rápido e retorno das tempestades. Em síntese: estação chuvosa no verão; janela mais seca no inverno; conforto térmico razoável na maior parte do ano.
De forma geral, as máximas de verão rondam 28–31 °C, com picos superiores em ondas de calor. As mínimas de inverno costumam variar de 10 a 13 °C, podendo cair mais em madrugadas de ar polar. A chuva anual é volumosa, típica da Região Metropolitana de São Paulo, com pico entre dezembro e fevereiro e vale entre junho e julho. A umidade relativa permanece elevada por causa da floresta e dos reservatórios, o que eleva a sensação térmica nas tardes quentes e realça o frio úmido no inverno.
Três fatores moldam o clima local:
Verão quente e úmido, com máximas recorrentes em 28–31 °C. Mínimas perto de 20–22 °C. Em tardes paradas, 30 °C no termômetro podem “parecer” 34–36 °C por causa da sensação térmica alta. Pancadas de chuva no fim do dia são comuns, em geral rápidas e volumosas, com raios e rajadas localizadas. Depois do temporal, a temperatura cai alguns graus, mas a umidade se mantém elevada.
Como se organizar: roupas leves, tecidos respiráveis, hidratação constante. Em casas e apartamentos com orientação oeste, use sombreamento (brises, toldos) e cortinas térmicas. Deixe objetos de varanda bem presos em dias de alerta para vento.
A estação da transição. Máximas caem para 23–27 °C e mínimas para 15–18 °C. O número de temporais diminui, o céu abre com maior frequência e as tardes ficam confortáveis. A amplitude térmica cresce: casaco leve pela manhã, roupas frescas à tarde. Em madrugadas úmidas, névoa eventual pode aparecer em vales e trechos junto a áreas verdes.
Dica prática: jaqueta corta-vento fina sempre à mão. Aproveite para reformas e mudanças: risco menor de chuva intensa.
Inverno ameno e relativamente mais seco. Máximas de 20–24 °C. Mínimas comuns de 10–13 °C, com quedas pontuais em ondas de frio. O sol mais baixo e a sombra prolongada, típica de encostas e ruas estreitas, deixam alguns locais frios por mais tempo. O ar pode ficar mais seco em curtos períodos, exigindo atenção às vias respiratórias. Geada urbana é rara; o desconforto vem do frio úmido nas primeiras horas do dia.
Para o conforto: vista-se em camadas. Tapetes e cortinas mais densas ajudam à noite. Umidificação suave no quarto melhora o sono nas madrugadas secas.
A primavera aquece rápido e marca a volta das tempestades. Máximas sobem para 25–29 °C; mínimas, 16–19 °C. Outubro e novembro costumam trazer temporais de fim de tarde com raios, vento e granizo isolado. O tempo muda em minutos: manhã azul, nuvens de desenvolvimento, pancada intensa no fim do dia.
Atenção: confira alertas de tempo severo e reorganize deslocamentos quando houver previsão de rajadas.
Em ruas com declive e drenagem limitada, a chuva concentrada pode gerar alagamentos pontuais e enxurradas rápidas. Em dias de alerta, evite travessias arriscadas e áreas sob árvores durante rajadas e descargas elétricas.
Os padrões abaixo servem como guia. Desvios acontecem por frentes frias fora de época, bloqueios atmosféricos e fenômenos oceânicos como El Niño e La Niña (que alteram chuva e temperatura).
Qual é o mês mais frio em Rio Grande da Serra?
Geralmente julho, seguido de junho. As mínimas tocam 10–13 °C, com quedas pontuais menores em ondas de frio mais fortes.
Qual é o mês mais quente em Rio Grande da Serra?
Normalmente janeiro, com máximas próximas de 30 °C e sensação térmica elevada pela umidade.
Chove muito em Rio Grande da Serra?
Sim. Dezembro, janeiro e fevereiro concentram os maiores acumulados. Junho e julho são os meses mais secos.
A cidade registra granizo?
Pode ocorrer de forma esparsa, sobretudo na primavera, durante tempestades intensas.
Tem névoa com frequência?
Em madrugadas frias e úmidas, especialmente em fundos de vale, pode haver névoa leve e passageira.
Vento forte é comum?
No dia a dia, não. Mas linhas de instabilidade podem trazer rajadas durante temporais. Em dias de alerta, evite permanecer sob árvores.
Como fica a sensação térmica no verão?
Com 29–31 °C e umidade alta, o corpo pode sentir 33–36 °C. Ventilação e hidratação são essenciais.
Qual a melhor época para atividades ao ar livre?
Outono e inverno ameno oferecem mais estabilidade e conforto. Na primavera e no verão, prefira manhãs e acompanhe a previsão.
Geada é comum?
Em área urbana, muito rara. O desconforto típico é o frio úmido nas primeiras horas do dia.
Quais cuidados com a casa?
No verão, invista em sombreamento e ventilação cruzada. No inverno, tapetes e cortinas ajudam a reter calor. Em paredes frias, use pintura antimofo.

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